sábado, 6 de novembro de 2010

A maior representação de Escolas em um único rito... Mais fotos!

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários,

Como todos já sabem, no último dia 23/10 foi realizado o Rito de Exu: O Guardião da Era Dourada das Encruzilhadas da Vida e do Destino nas dependências da FTU(Faculdade de Teologia Umbandista). Este rito ficou marcado na História das Religiões Afro-brasileiras, pois a FTU como ponto de Convergência conseguiu reunir no mesmo espaço sagrado o maior número de Escolas  oriundas de 16 estados do Brasil mais dois representantes do Uruguai. Esta marca histórica é um fato e pode ser evidenciada pelas fotos já disponibilizadas que falam por si só.

Por falar em fotos...

O Blog "Espiritualidade e Ciências" acabou de disponibilizar mais 51 fotos do rito. Nestes registros encontramos momentos que vão desde os sacerdotes na sala de recepção  até a entrada de cada um deles no salão ritualístico da faculdade.

Acesse:
 http://sacerdotemedico.blogspot.com/ É o primeiro quadro à direita do texto. Se quiser ampliar a foto, basta clicar na mesma. As novas fotos aparecerão depois das 54 primeiras postadas.

Mais fotos serão disponibilizadas mostrando as demais fases que o rito expressou.


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Blog "Espiritualidade e Ciência" publica com texto+vídeo "O conceito de Escolas promovendo avanços na União Umbandista"

Aranauan, Saravá, Motumbá, Kolofé, Mucuiú, Salve, Axé!


É com grande alegria que divulgamos mais um texto+vídeo inédito publicado no Blog "Espiritualidade e Ciência":

O conceito de Escolas promovendo avanços na União Umbandista



As publicações do blog têm como proposta fomentar a terapia do diálogo ou diálogo como terapia. 

Para conhecê-las, acesse: http://sacerdotemedico.blogspot.com/

Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)














terça-feira, 2 de novembro de 2010

Re: ***SPAM*** [apometria_umbanda] O conceito de Escolas luta pela legitimação e não pela institucionalização

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários,

Gostaríamos de reproduzir na íntegra as palavras do nosso mano de santé Yorotaman. Como afirmou Pai Rivas em seu twitter, ele resumiu bem - diria magistralmente - a relação antes e depois do conceito de Escolas. Este conceito é desenvolvido amplamente pela FTU em suas linhas de pesquisa acadêmica e visões específicas como esta passada pelo Yorotaman expressam bem o que acreditamos, teorizamos e vivenciamos nas Religiões Afro-brasileiras.

Yorotaman <sard@gold.com.br> escreveu:

 O conceito de Escolas é extremamente moderno e um divisor de águas dentro do Movimento Umbandista. Antes, cada setor Umbandista via a universalidade do Movimento Umbandista de forma piramidal onde cada um colocava seu grupo no topo da pirâmide e os demais na base dessa mesma pirâmide. Evidentemente que quem estava no topo dessa pirâmide se achava em níveis mais elevados e quem estava abaixo era considerado inferior. Como no topo dessa mesma pirâmide o volume é menor que na base, quem se achava na parte superior se considerava um grupo seleto ou "escolhido"... quem estava na base era apenas considerado quantidade e não-qualidade... No conceito de Escolas essa estrutura piramidal não existe, pois todos segmentos estariam em um mesmo plano não existindo um acima ou abaixo do outro. Num sistema conceitual de Escolas que é um sistema inclusivo, cooperativista e em rede, todos "nós" dessa estrutura são igualmente importantes.
 


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)


Em 2 de novembro de 2010 11:27, Yorotaman <sard@gold.com.br> escreveu:
 

Aranauam Yabauara
 
 
 O conceito de Escolas é extremamente moderno e um divisor de águas dentro do Movimento Umbandista. Antes, cada setor Umbandista via a universalidade do Movimento Umbandista de forma piramidal onde cada um colocava seu grupo no topo da pirâmide e os demais na base dessa mesma pirâmide. Evidentemente que quem estava no topo dessa pirâmide se achava em níveis mais elevados e quem estava abaixo era considerado inferior. Como no topo dessa mesma pirâmide o volume é menor que na base, quem se achava na parte superior se considerava um grupo seleto ou "escolhido"... quem estava na base era apenas considerado quantidade e não-qualidade... No conceito de Escolas essa estrutura piramidal não existe, pois todos segmentos estariam em um mesmo plano não existindo um acima ou abaixo do outro. Num sistema conceitual de Escolas que é um sistema inclusivo, cooperativista e em rede, todos "nós" dessa estrutura são igualmente importantes.
 
 
 Yorotaman
 
 
 
 

From: Yabauara
Sent: Monday, November 01, 2010 11:10 PM
Subject: ***SPAM*** [apometria_umbanda] O conceito de Escolas luta pela legitimação e não pela institucionalização

 
 

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários,


Nos textos mais recentes de autoria do Pai Rivas e o que nós mesmos temos publicado nas listas, o conceito de Escolas ganha um destaque crescente. Afinal, é por meio dele que encontramos um ponto pacífico de convivência entre as diferenças nas religiões Afro-brasileiras.

A FTU(Faculdade de Teologia Umbandista), nas palavras do Pai Rivas, se propõe a aproximar o saber acadêmico e o saber popular tradicional passando pelo saber teológico. Dito de outra forma: senso crítico e senso comum passando pelo senso religioso. Neste sentido, em recente conversa com o reitor da faculdade, fomos alertados da importância de esclarecer que esta proposta passa muito distante de uma idéia de institucionalização da Umbanda. Quem está na academia ou se interessa por suas publicações, sabe bem o que estamos falando.

Existe uma visão corrente construída principalmente por setores da sociologia e antropologia da religião que defendem a Umbanda como receptora da contribuição determinante do kardecismo (leia-se Espiritismo). Por receber esta visão definitiva em maior peso que as demais influências, sua organização se dá pela construção de federações e por adotar in totum a doutrina dos espíritos trazidas por Allan Kardec em meados do século XIX.

De fato, existem templos que fazem largo uso do Livro do Espíritos, Livro dos Médiuns e Evangelho Segundo o Espiritismo – obras "kardecistas". A questão é que nem todos os terreiros seguem esta prática. Como tomar como referência para toda a Umbanda e até mesmo as Religiões Afro-brasileiras a visão de um setor específico? Ao mesmo tempo é importante valorizar esta visão específica, conhecida como Umbanda "branca" ou Umbanda "Cristã".

A solução veio da teologia umbandista, mas especificamente de F. Rivas Neto. O conceito de Escolas compreende que todos os terreiros, todas as linhagens espirituais seguem basicamente a influência das 3 Escolas matrizes: Ameríndia, Indo-Européia e Africana. Assim cada Escola é caracterizada por uma doutrina (epistemologia), método de transmiti-la (metodologia) e conduta (ética) mais ou menos influenciada por estas matrizes. A Escola de Umbanda Branca ganha espaço, mas não é a maior ou a melhor escola. Está fraternalmente ao lado da Umbanda Omolokô, Umbanda Traçada, Umbanda Esotérica, Umbanda Mista, entre tantas outras. Não existe relação de concorrência (guerra), existe uma forma pacífica de convivência (paz).

Existem grupos que não se afinizam com uma Escola? Sim, são seitas marcadas por uma visão milenarista, misoneísta, etnocêntrica. Querem tomar a parte pelo Todo, romper com a Gestalt. Seguindo William James, a percepção do todo é maior que a soma das partes percebidas. Isto é fundamental. As Escolas valorizam este Todo, privilegiando todas as partes integrantes.

Pelo exposto Pai Rivas se antecipa a declaração de que as Escolas seriam uma nova institucionalização da Umbanda. Afirmamos categoricamente que não. O que existe no conceito de Escolas é coerência. Uma forma inteligente de compreender a unidade aberta que são as Religiões Afro-brasileiras. Considerar isto institucionalização é querer impor uma visão que toma como referências outras religiões do livro e dizer que as religiões afro-brasileiras têm que se submeter ao mesmo processo. Não temos papa e não temos órgão centralizador. O conceito de Escolas combate esta busca alienante de institucionalização umbandista e atende aos anseios do povo. O rito de Exu no último dia 23 expressa bem o exposto.


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

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Atividade nos últimos dias:
Umbanda: Uma forma inteligente e espiritualizada de se bem viver
por Pai Rivas
.

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Fotos do Rito de Exu!

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários!

É com grande satisfação e alegria que informamos sobre a disponibilização das fotos do Rito de Exu.

A primeira parte mostra da preparação da rua até a sala de recepção dos sacerdotes.
Nesta sequência são mais ou menos 50 fotos em ordem cronológica.

Acesse:
http://sacerdotemedico.blogspot.com/ É o primeiro quadro à direita do texto. Se quiser ampliar a foto, basta clicar na mesma.

Mais fotos serão disponibilizadas ainda esta semana mostrando todas as fases que o rito expressou.

Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)




segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Blog "Espiritualidade e Ciência" publica com texto+vídeo "Exu, Magia e Liberdade"

Aranauan, Saravá, Motumbá, Kolofé, Mucuiú, Salve, Axé!


É com grande alegria que divulgamos mais um texto+vídeo inédito publicado no Blog "Espiritualidade e Ciência":

Exu, Magia e Liberdade



As publicações do blog têm como proposta fomentar a terapia do diálogo ou diálogo como terapia. 

Para conhecê-las, acesse: http://sacerdotemedico.blogspot.com/

Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)













sábado, 30 de outubro de 2010

A FTU inaugura e exercita a pós-modernidade nas religiões Afro-brasileiras

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários,

 

No dia 10 de março de 2009, Pai Rivas – ao vivo pela internet – apresentou o pronunciamento carregando o título "A FTU inaugura a pós-modernidade na Umbanda" – disponível em http://www.ftu.edu.br/Site/assistePronunciamento.php?id_tv=10. Na ocasião, alguns conceitos básicos sobre modernidade e pós-modernidade foram apresentados. Pai Rivas também nos brindou com conceitos filosóficos, lembrando Wittgenstein, mostrando o papel procedimental da linguagem.

Todo este cabedal teórico entrou como insumo para sustentar o argumento de que as Religiões estão relacionadas diretamente com os aspectos positivos da pós-modernidade. Entre eles a possibilidade de perceber a verdade como algo relativo, adaptado aos ângulos de interpretação de cada um, no que pese possuir um ponto de convergência com a realidade ultérrima. Esta realidade pela ótica da teologia umbandista é o Espírito. Continuando o raciocínio, Pai Rivas nos apresenta que a Unidade se expressa na Diversidade. No caso da Umbanda inserida nas Religiões Afro-brasileiras por analogia wittgensteiniana teríamos a Umbanda como uma idéia e que se expressa em várias Escolas, ou seja, uma pluralidade de linguagens.

Como filósofo realmente me encanto, em sentido físico e metafísico, com a beleza e solidez da teoria apresentada pelo meu pai espiritual. Contudo, seu ápice está longe do que pode ser registrado num papel. Ela se realiza na prática não por um grupo restrito de terreiros, mas pela totalidade de templos que, independentemente da consciência deste conceito, praticam os seus valores diuturnamente. Em paz, sem disputas, sem brigas.

É por isso que Pai Rivas nos explica que não criticamos outras Escolas. Quando uma visão crítica é aplicada a este ou aquele conceito, nos referimos aos valores que praticamos ou não dentro de nossa linhagem. A única exceção desta premissa é quando um grupo ou setor, que conceitualmente pode ser compreendido como seita, tenta ferir esta harmonia intrínseca das religiões Afro-brasileiras. Tentam inventar fundadores, anunciadores, codificadores, papas, enfim criar pontífices (o único que faz a ponte com o Sagrado) para nós; como se não fosse o máximo da realização o contato com os Ancestrais Ilustres (Guias) e a orientação que recebemos de nossos pais e mães espirituais. Gostaríamos que este parágrafo fosse muito bem analisado e discutido nos fóruns e na internet com os demais irmãos das religiões afro-brasileiras.

Bem, falamos de um conjunto de idéias que vem em uma crescente construção e ampliação pelo nosso Pai espiritual desde muito tempo e que foram claramente registradas no vídeo em questão. E agora outra publicação, o do Blog Espiritualidade e Ciência, nos convida a verificar a aplicação destes conceitos. O texto Foi uma noite para entrar na História... disponível em http://sacerdotemedico.blogspot.com/2010/10/foi-uma-noite-para-entrar-na-historia.html mostra em palavras, mas principalmente em fotos o que foi e o que é a Espiritualidade vivente em todos nós. Como somos diferentes, mas como as semelhanças são muito maiores. Como podemos viver em paz. Como podemos nos unir sem unificar. Queremos a unidade e não a codificação. Somos livres e como ouvimos no rito e escrevemos anteriormente, Exu foi para rua nos libertar. Exu foi para a rua socializar o poder dos orixás, enfim Exu foi para rua para umbandizar o mundo...

Esta é a inauguração da pós-modernidade na Umbanda inaugurada pela FTU. Todos juntos, pais e mães espirituais do Brasil e fora dele, trabalhando pela paz nas religiões Afro-brasileiras, pela convivência pacífica no planeta.

E deixa a Gira girar!


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A paz é possível: Vamos trabalhar juntos?

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários!

Saíram as primeiras fotos do Rito de Exu na FTU. Elas foram disponibilizadas na publicação 86 com o título "Foi uma noite para entrar na História..." http://sacerdotemedico.blogspot.com/2010/10/foi-uma-noite-para-entrar-na-historia.html.

 

Aproveitando o texto significativo que introduz as fotos, conversamos com o Pai Rivas sobre o sucesso absoluto do rito de Exu e a mobilização que este evento proporcionou pelo Brasil a fora. Nesta prazerosa conversa, aliás uma de várias, pois na tradição de Síntese vivenciamos o diálogo como terapia e Iniciação, Pai Rivas nos ensinava um pouco mais sobre o conceito de Escolas e como este consegue fomentar a paz por dentro das religiões Afro-brasileiras.

Não podemos olvidar que este rito e seus respectivos registros são provas insofismáveis desta possibilidade de convivência pacífica fomentada pelas Escolas. Muitos irmãos planetários estão nas suas respectivas casas espirituais e não conhecem outras formas de conectar-se com o Sagrado. Este desconhecimento do outro pode gerar brigas, problemas em aceitar as diferenças e, em alguns casos isolados de seitas, doenças sociais como concorrência e disputa de mercado religioso.

Estas palavras do nosso pai espiritual reforçam a necessidade de nos conhecermos mais, respeitando as nossas diferenças e igualmente valorizando os nossos pontos comuns. Certamente este rito apresentou muito bem a Unidade na Diversidade que são as Religiões Afro-brasileiras e todos que acompanham as publicações do Blog Espiritualidade e Ciência, as vídeo-aulas e pronunciamentos da FTU, bem como outras iniciativas do Pai Rivas já conseguem compreender e, se desejarem, vivenciar mais claramente a proposta de paz que as Escolas evocam.

Em tempo. A série histórica inaugurada no blog será retomada tão logo as publicações ligadas ao Rito de Exu e Congresso estejam postadas. Na mesma conversa estabelecida com Pai Rivas ouvimos que são inúmeros os registros que permitem incontáveis publicações, afinal o tempo não para e a história do nosso povo do santo também não...



Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Blog "Espiritualidade e Ciência" publica com texto+fotos do Rito Exu na FTU (23/10)

Aranauan, Saravá, Motumbá, Kolofé, Mucuiú, Salve, Axé!


É com grande alegria que divulgamos mais um texto+fotos inédito publicado no Blog "Espiritualidade e Ciência":


Foi uma noite para entrar na História...


As publicações do blog têm como proposta fomentar a terapia do diálogo ou diálogo como terapia. 

Para conhecê-las, acesse: http://sacerdotemedico.blogspot.com/

Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)













quarta-feira, 27 de outubro de 2010

As Escolas fomentam paz!

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários,

Em nosso último texto reforçamos como o conceito de Escolas fomenta a paz, principalmente depois da demonstração viva conduzida pelo Pai Rivas e a FTU(Faculdade de Teologia Umbandista) no último dia 23/10 – Rito de Exu: O Guardião da Era Dourada das Encruzilhadas da Vida e do Destino. Este tema foi fruto de uma conversa com Pai Rivas por telefone e gostaria de trazer um pouco de Sua Sabedoria para compreendermos os momentos auspiciosos que vem gradativamente se concretizando nas Religiões Afro-brasileiras.

No rito de Exu verificamos uma amostra significativa da quantidade de Escolas existentes pelo país e fora dele. Como afirmou Pai Rivas, todas estas Escolas são "Santas" em suas nobres intenções de conduzir os filhos de fé à Espiritualidade, ao Sagrado. Mas o que é o Sagrado?

Segundo Pai Rivas, o Sagrado é a Espiritualidade vivente no interior de todos. A grande questão é como vivenciar mais este Sagrado. Neste ponto novamente vem o Rito em mente e lembramos o conceito de Sabedoria Cósmica que nada mais é que convergência do Amor e do Conhecimento. Sendo assim, não precisamos brigar com os outros, quanto mais entre nós das religiões Afro-brasileiras. Precisamos sim dialogar mais uns com os outros buscando a Unidade e não a codificação.

Pai Rivas nos diz que quando o indivíduo qualificou a sua Escola, ele pode a criticar internamente. Mas quem codifica, já não faz mais Escola. Quando criticamos, nos referimos aos que querem codificar a Umbanda com seus padrões, com o seu setor. Onde está o respeito pelas diferenças nesta postura codificadora? Se as pessoas que querem codificar o fazem apenas para o seu setor, que fique claro. Se dizem que a Umbanda tem que se reduzir a um único formato, compreenda que está fazendo seita.

Repetimos com convicção crescente. Só discutimos a nossa Escola. Nós discutimos outras Escolas, quando algum segmento tenta codificar ou dominar o todo. Pai Rivas afirma que nunca escreveu um "Código da Umbanda". As pessoas podem até não concordar com o que escrevemos, diz Pai Rivas, mas não podem acusá-lo de querer tomar a parte pelo todo. Se não quer codificar a Umbanda com a doutrina dos outros, muito menos com a sua própria doutrina. Frisou mais uma vez: muito menos com a doutrina dele. A Umbanda está muito bem representada pela Diversidade.

O trabalho da FTU expressa isto. Todas as Escolas são contempladas em princípio/essência. Sendo assim meus irmãos, precisamos nos proteger das seitas. Afinal:

 

Que religião é essa que briga?

 

Que religião é essa, onde seus adeptos falam mal dos outros?

 

Que religião é essa que fala do Cristo, mas não pratica seus valores?

Estas reflexões ensejadas pelo nosso Pai não podem ser olvidadas. Podemos sim viver em paz e as milhares de pessoas presentes no rito deram a máxima demonstração que não querem ser únicos, mas Unos com os Ancestrais Ilustres que trabalham na Aruanda e todas as cidades espirituais ligadas ao nosso povo, a nossa gente.

A Umbanda não exalta um em detrimento dos outros. Pegando carona nas palavras de uma irmã de Goiás que estava no rito, Pai Rivas não fez o que fez para ter quórum pessoal. Quer sim, com a força das centenas de pais de santo presentes, fazer quórum para a Umbanda. Como diz Mestre Aramaty: Ponto para a Umbanda. Ou como sempre disse Mestre Yapacany: A Umbanda é de todos nós!

Ps: Disponibilizaremos as fotos logo, logo!


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Re: ***SPAM*** [apometria_umbanda] O Rito de Exu na FTU: Um rito para marcar a História!

Aranauan, Saravá a todos os irmãos planetários,

Grande Yorotaman. Você foi muito feliz nas suas palavras. Realmente o Rito de Exu marcou-nos profundamente. Conversando com Pai Rivas mais cedo, ouvimos algumas palavras que gostaríamos de compartilhar com todos os irmãos que nos lêem.

Pai Rivas gostaria de parabenizar a todos os sacerdotes presentes pela sensibilidade, harmonia, comunhão, enfim, verdadeira demonstração de amor para com todos os presentes. Diversos dirigentes espirituais irmanados pelos pensamentos e sentimentos mais nobres.

Estas palavras de Pai Rivas refletem um trabalho que não iniciou no sábado as 23:00hs, horário do rito, mas uma semana antes com o auxílio de todos os seus filhos espirituais. Como resido em outro estado, só consegui chegar à FTU na quinta-feira e durante os três dias que lá permaneci trabalhando vivenciamos a harmonia e força dos trabalhos espirituais.

Outro fato interessante é o relato de uma irmã nossa que acompanhou o rito pela internet, pois o mesmo foi transmitido ao vivo pelo site da FTU – www.ftu.edu.br. Soubemos por ela que o Exu ... incorporou exatamente à meia noite do dia 23 para o dia 24 de outubro...

Não poderia deixar de encerrar sem registrar o que todos os presentes que estiveram lá perceberam. O ritual, que contou com a presença de milhares de pessoas e sacerdotes das mais variadas Escolas, iniciou em paz e foi encerrado em paz. Aliás, o conceito de Escolas na prática gera a paz. Conversaremos sobre isto mais adiante.


E deixa a Gira girar! 


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)


Em 25 de outubro de 2010 15:47, S É R G I O <sard@gold.com.br> escreveu:
 

  Aranauam a todos

 

   Não poderia também deixar de externar minha alegria em ter participado desse acontecimento histórico. Como é tradicional e marca registrada dos irmãos da FTU, o evento brilhou (como sempre) pela organização, disciplina e gentileza de todos trabalhadores. Salta aos olhos a alegria, o amor e o comprometimento que todos tem com a causa. Impecável.

   Tive a oportunidade de conversar com várias pessoas de vários locais diferentes e todos estavam radiantes por estarem ali vivenciando de forma explícita a unidade na diversidade. Todos se identificaram uns nos outros apesar das roupagens e formas diferentes. Naquele momento mágico cessaram as individualidades do Pedro, Paulo, Maria... existia apenas o filho das religiões Afrobrasileiras, apenas isso era importante. Como é bom ficar feliz com a felicidade do outro! Me lembro que em um dos textos de Pai Rivas,  ele falava em diminuir a distância entre centro e a periferia e aproximar o desejável do possível. Na hora que estávamos todos ali no meio da rua tive a certeza que era exatamente isso que estava ocorrendo...

   Só mesmo alguém com a vivência e conhecimento de causa de Pai Rivas e sua capacidade de realização poderiam conduzir um rito tão vibrado, em que todas as escolas se sentissem representadas.

 

  Ficam as perguntas: Onde estão aqueles que duvidaram do que poderia realizar a FTU? Onde estão aqueles que duvidaram da proposta de Pai Rivas de aproximar pelas semelhanças, mesmo reconhecendo as diferenças?

 

   Pois é... a verdade é parceira do tempo e ambas mostraram sua face...

 

 

Yorotaman  

 


De: apometria_umbanda@yahoogrupos.com.br [mailto:apometria_umbanda@yahoogrupos.com.br] Em nome de Yabauara
Enviada em: segunda-feira, 25 de outubro de 2010 14:18
Para: apometria_umbanda; conub; conub_rj
Assunto: ***SPAM*** [apometria_umbanda] O Rito de Exu na FTU: Um rito para marcar a História!

 

 

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários!

Conforme divulgamos na última semana, a FTU (Faculdade de Teologia Umbandista) – primeira faculdade de teologia das religiões afro-brasileiras do mundo – autorizada e credenciada pelo MEC (Ministério da Educação) realizou o seu tradicional Rito de Exu - O Guardião da Era Dourada das Encruzilhadas da Vida e do Destino. O rito, sempre significativo, ficou marcado por dois pontos que gostaria de comentar neste texto.

O primeiro trata-se da grande presença popular e sacerdotal no evento. Mais de duas mil pessoas estiveram presentes para confraternização e louvação de Exu. Contamos também com a presença de sacerdotes e sacerdotisas de todas as regiões do país e sacerdotes do MERCOSUL (Uruguai) que muito nos honraram.

Todos os Estados do Sul (Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina); do Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais); do Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás); do Norte (Amapá); Nordeste (Ceará, Piauí, Alagoas, Pernambuco) estavam lá na FTU e participaram ativamente do Rito. Cada um com as suas diferenças, cada um carregando a sua Tradição; porém todos dialogando pelos seus pontos de semelhança os quais Pai Rivas, com sua sabedoria e vivência sacerdotal, conseguiu concretizar no ritual. Afirmamos com alegria e plena convicção que não só ouvimos naquele dia sobre convivência pacífica, nós a vivenciamos.

Alguns irmãos poderiam nos perguntar como a FTU conseguiu reunir tantas pessoas em número, pois foi o rito com o maior número de presentes; e representação, várias Escolas de vários locais do Brasil e fora dele. A resposta é simples. Estes nobres pais e mães de santo já conheciam o trabalho sério que é desenvolvido pela FTU.  Muitos participaram das vídeo-conferências com Pai Rivas pela FTU, alguns também são coordenadores de pólos telepresenciais dos cursos de extensão. Estes dirigentes se deslocaram quilômetros, pois acreditam na proposta da FTU. Confiam e trabalham firme pela causa em uma parceria que respeita as diferenças e valoriza as semelhanças.

O segundo ponto que gostaríamos de destacar é a ação promovida pela FTU com a prefeitura de SP. A faculdade formalizou e foi atendida pela CET-SP (Companhia de Engenharia de Tráfego) para o fechar a Avenida Santa Catarina no trecho onde ela está localizada. Isto mostra um diálogo pacífico com o poder público. Esta ação muito bem organizada rendeu frutos para o rito. Tão logo o Exu ... incorporado no Pai Rivas chegou no reio, levou toda a comunidade para a rua. E uma vez lá, em perfeita segurança garantida pelas firmezas da casa e o apoio da prefeitura de São Paulo, todos os presentes dos dois lados da vida vivenciaram um rito de Axé.

O Exu... provou mais uma vez que os Ancestrais da Kimbanda são o povo da rua. Mas a rua em um sentido mais profundo do que se possa inicialmente imaginar. A rua é o lugar onde todos transitam independente das condições sociais ou econômicas. Quem está "preso" não pode caminhar na rua. Logo, Exu trabalhou pela liberdade e inclusão total. No ato rito-litúrgico de trabalhar na rua, Exu também nos ensina que o templo para as entidades não está limitado por quatro paredes. O terreiro da Umbanda e da Kimbanda é o próprio mundo .

E deixa a Gira girar!

Em tempo. Dentro de poucos dias disponibilizaremos as fotos do Rito.



Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

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Atividade nos últimos dias:
Umbanda: Uma forma inteligente e espiritualizada de se bem viver
por Pai Rivas
.

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Rito de Exu na FTU: Um rito para marcar a História!

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários!

Conforme divulgamos na última semana, a FTU (Faculdade de Teologia Umbandista) – primeira faculdade de teologia das religiões afro-brasileiras do mundo – autorizada e credenciada pelo MEC (Ministério da Educação) realizou o seu tradicional Rito de Exu - O Guardião da Era Dourada das Encruzilhadas da Vida e do Destino. O rito, sempre significativo, ficou marcado por dois pontos que gostaria de comentar neste texto.

O primeiro trata-se da grande presença popular e sacerdotal no evento. Mais de duas mil pessoas estiveram presentes para confraternização e louvação de Exu. Contamos também com a presença de sacerdotes e sacerdotisas de todas as regiões do país e sacerdotes do MERCOSUL (Uruguai) que muito nos honraram.

Todos os Estados do Sul (Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina); do Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais); do Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás); do Norte (Amapá); Nordeste (Ceará, Piauí, Alagoas, Pernambuco) estavam lá na FTU e participaram ativamente do Rito. Cada um com as suas diferenças, cada um carregando a sua Tradição; porém todos dialogando pelos seus pontos de semelhança os quais Pai Rivas, com sua sabedoria e vivência sacerdotal, conseguiu concretizar no ritual. Afirmamos com alegria e plena convicção que não só ouvimos naquele dia sobre convivência pacífica, nós a vivenciamos.

Alguns irmãos poderiam nos perguntar como a FTU conseguiu reunir tantas pessoas em número, pois foi o rito com o maior número de presentes; e representação, várias Escolas de vários locais do Brasil e fora dele. A resposta é simples. Estes nobres pais e mães de santo já conheciam o trabalho sério que é desenvolvido pela FTU.  Muitos participaram das vídeo-conferências com Pai Rivas pela FTU, alguns também são coordenadores de pólos telepresenciais dos cursos de extensão. Estes dirigentes se deslocaram quilômetros, pois acreditam na proposta da FTU. Confiam e trabalham firme pela causa em uma parceria que respeita as diferenças e valoriza as semelhanças.

O segundo ponto que gostaríamos de destacar é a ação promovida pela FTU com a prefeitura de SP. A faculdade formalizou e foi atendida pela CET-SP (Companhia de Engenharia de Tráfego) para o fechar a Avenida Santa Catarina no trecho onde ela está localizada. Isto mostra um diálogo pacífico com o poder público. Esta ação muito bem organizada rendeu frutos para o rito. Tão logo o Exu ... incorporado no Pai Rivas chegou no reio, levou toda a comunidade para a rua. E uma vez lá, em perfeita segurança garantida pelas firmezas da casa e o apoio da prefeitura de São Paulo, todos os presentes dos dois lados da vida vivenciaram um rito de Axé.

O Exu... provou mais uma vez que os Ancestrais da Kimbanda são o povo da rua. Mas a rua em um sentido mais profundo do que se possa inicialmente imaginar. A rua é o lugar onde todos transitam independente das condições sociais ou econômicas. Quem está "preso" não pode caminhar na rua. Logo, Exu trabalhou pela liberdade e inclusão total. No ato rito-litúrgico de trabalhar na rua, Exu também nos ensina que o templo para as entidades não está limitado por quatro paredes. O terreiro da Umbanda e da Kimbanda é o próprio mundo .

E deixa a Gira girar!

Em tempo. Dentro de poucos dias disponibilizaremos as fotos do Rito.


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

Blog "Espiritualidade e Ciência" publica com texto+vídeo "O Sagrado nas Religiões Afro-Brasileiras"

Aranauan, Saravá, Motumbá, Kolofé, Mucuiú, Salve, Axé!


É com grande alegria que divulgamos mais um texto+vídeo inédito publicado no Blog "Espiritualidade e Ciência":

O Sagrado nas Religiões Afro-Brasileiras


As publicações do blog têm como proposta fomentar a terapia do diálogo ou diálogo como terapia. 

Para conhecê-las, acesse: http://sacerdotemedico.blogspot.com/

Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)












quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Blog "Espiritualidade e Ciência" publica com texto+vídeo "Teologia Umbandista e a Convergência do Conhecimento"

Aranauan, Saravá, Motumbá, Kolofé, Mucuiú, Salve, Axé!


É com grande alegria que divulgamos mais um texto+vídeo inédito publicado no Blog "Espiritualidade e Ciência":

Teologia Umbandista e a Convergência do Conhecimento



As publicações do blog têm como proposta fomentar a terapia do diálogo ou diálogo como terapia. 

Para conhecê-las, acesse: http://sacerdotemedico.blogspot.com/

Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)











quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Convite Oficial da FTU para o Rito de Exu

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários,

Após acessarmos o twitter do Pai Rivas(http://twitter.com/rivasneto), estamos divulgando o convite oficial do Rito Exu - O Guardião da Era Dourada das Encruzilhadas da Vida e do Destino.


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

As Umbandas não podem ser renegadas

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários,


Este semana é um momento muito especial para as religiões Afro-brasileiras, afinal se aproxima o Rito Exu - O Guardião da Era Dourada das Encruzilhadas da Vida e do Destino a ser realizado nas dependências da Faculdade de Teologia Umbandista. Porém esta semana recebemos um email e, a partir do que nos foi colocado, gostaríamos de esclarecer alguns pontos que são fundamentais para a convivência pacífica.

A questão trazida pelo email é a seguinte: Por que Pai Rivas teria renegado (sic) a Umbanda Esotérica?

Antes de responder objetivamente a questão, vamos compreender um fato. Pai Rivas, como legítimo sucessor do Vô Matta e Silva, poderia muito bem praticar apenas os rituais da Umbanda Esotérica como Mestre-Raiz Dela. Afinal não só os documentos, mas principalmente pela Iniciação alcançada na Raiz de Guiné. Isto sem falar do rito de transmissão desta Raiz conduzida pelo Vô Matta e Pai Guiné.

Entretanto quem conhece o Pai Rivas sabe que Ele não faz mais do mesmo. Está sempre buscando a contínua transformação que é a constante da Tradição Afro-brasileira. Pai Rivas conduz os aspectos trazidos pelo Vô Matta, ampliando e aprofundando-os. Este caminhar com a coletividade busca concretizar o título do livro de Seu Mestre: Umbanda de Todos Nós. Ou seja, é pela Inclusão Total.

Voltando à pergunta, gostaria de utilizar as palavras que eu mesmo ouvi do Pai Rivas em mais uma das prazerosas conversas entre Mestre e discípulo. Disse-nos:

"Não reneguei a Umbanda Esotérica, a Raiz de Guiné. Também não reneguei as outras Escolas"

Esta resposta é clara e verdadeira, pois expressa o que Pai Rivas pratica e sempre praticou em toda a Sua história nas Religiões Afro-brasileiras. Sendo franco, hoje quem diz que faz a "sua" Umbanda, pensa ser melhor que a Umbanda praticada pelos outros.


Pai Rivas não apenas respeita, mas vive as diferenças. Valoriza em todos os ritos Afro-brasileiros suas expressões plurais e igualmente os pontos de diálogo existentes entre eles. O que dizer contra este argumento? Quem pode negar a força do Astral por meio desta Unidade manifesta na Diversidade?

Reflitamos sobre isto...

 

E deixa a Gira girar!

PS: Quem desejar aprofundar-se no tema, remetemos a publicação 84 de logo mais no blog Espiritualidade e Ciência (http://sacerdotemedico.blogspot.com/). Além do texto, pedimos a gentileza de assistir o vídeo na íntegra. A publicação entrará no ar a partir de 00:00. 


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

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FTU: Educando para uma Cultura de Paz
(credenciada e autorizada pelo MEC - portaria 3864 de 18/12/2003)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Blog "Espiritualidade e Ciência" publica texto+vídeo "História na Umbanda - A Tradição em contínua mudança"

Aranauan, Saravá, Motumbá, Kolofé, Mucuiú, Salve, Axé,

É com grande alegria que divulgamos mais um texto inédito publicado no Blog "Espiritualidade e Ciência":


História na Umbanda - A Tradição em contínua mudança



As publicações do blog têm como proposta fomentar a
 terapia do diálogo ou diálogo como terapia. 

Para conhecê-las, acesse: http://sacerdotemedico.blogspot.com/

Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

















quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ângulos de interpretação: caminhando pelo diálogo!

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários,

A unidade umbandista manifestada na diversidade ritualística. É com este texto que Pai Rivas entrega à comunidade a 82ª publicação. Publicação esta que apresenta também o vídeo FTU-Faculdade de Teologia Umbandista, promovendo a diversidade de cultos na Umbanda.

Nesta publicação recebemos profundas demonstrações de respeito às diferenças, diálogo como terapia, enfim meios reais de alcançar a tão propalada paz mundial. Pai Rivas apresenta os 7 ritos – Toque da Jurema, Umbanda Traçada, Umbanda Mista, Kimbanda, Umbanda Esotérica, Fundamentos Cósmicos do Tríplice Caminho, Fundamentos do Ombhandahum. Estes ritos são expressões inequívocas da possibilidade de aproximação das várias Escolas Afro-brasileiras.

Cada Escola representa um ângulo de interpretação do Sagrado. Pai Rivas utiliza mais frequentemente a expressão "ângulo de interpretação" do que "níveis conscienciais", pois o segundo poderia remeter a uma idéia de hierarquia. Algo como Escolas "mais" adiantas do que outras. Não, sinceramente não é esta a idéia. Já o conceito de ângulo, remete a algo horizontal. Ou seja, as Escolas estão em "posições" diferentes; mas todas em direção ao mesmo ponto: o Sagrado, o ponto de convergência.

Pai Rivas em suas vídeo-aulas utiliza um exemplo muito interessante. Imaginemos 4 pessoas observando o carro de diferentes posições. O primeiro observador olhando para a traseira, outro para o lado direito, um terceiro para o lado esquerdo e, finalmente o quarto observando a frente do carro. Todos estão olhando para o mesmo objeto, o carro porém cada um está observando um aspecto do mesmo. Analogamente o Sagrado é o mesmo para todas as Escolas, porém cada uma possui uma forma específica de percebê-Lo e alcançá-Lo.

Esperamos que a idéia de "ângulos de interpretação" tenha ficado bem claro para discutirmos nos fóruns. São estas idéias que o Pai Rivas apresenta nas Religiões Afro-brasileiras que nos dão esperança de concretizarmos dias melhores para o nosso planeta, uma sociedade mais justa e igualitária com respeito às diferenças.


Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

Blog "Espiritualidade e Ciência" publica texto+vídeo "A unidade umbandista manifestada na diversidade ritualística"

Aranauan, Saravá, Motumbá, Kolofé, Mucuiú, Salve, Axé,

É com grande alegria que divulgamos mais um texto com vídeo inédito publicado no Blog "Espiritualidade e Ciência":


A unidade umbandista manifestada na diversidade ritualística



As publicações do blog têm como proposta fomentar a
 terapia do diálogo ou diálogo como terapia. 

Para conhecê-las, acesse: http://sacerdotemedico.blogspot.com/

Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)