Blog voltado para exposição de idéias sobre o movimento umbandista e sua influência na sociedade.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Educação nas religiões afro-brasileiras: construindo olhares para a diversidade
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Tradição religiosa, educação a distância e cultura digital
Tradição religiosa, educação a distância e cultura digital
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
FTU abre cursos de extensão na modalidade EaD!
Agora, a comunidade de santo e os(as) colegas pesquisadores(as) do país e do exterior poderão acompanhar parte das discussões realizadas pela FTU, com a vantagem de não precisarem se deslocar fisicamente e de terem liberdade para realizar as aulas no momento mais adequado de acordo com sua rotina.
O primeiro curso disponível é "O poder das ervas medicinais e rituais nas Religiões Afro-brasileiras", cujos conteúdos abordam temas como: a introdução à botânica, a importância das ervas para a saúde física e espiritual, tópicos de fitoterapia e, especialmente, sua função mágico-ritual nas várias casas de santo espalhadas pelo Brasil e suas relações com os Orixás, Inkices e Voduns.
O curso é ministrado por docentes da FTU e, também, por colaboradores de outras instituições, como a USP. A carga horária é de 16h e será expedido certificado de participação pela instituição.
Um verbete clássico na linguagem do santo é "Kosi Ewe, Kosi Orisa". Venha entender porque, nas Religiões Afro-Brasileiras, sem ervas não há Orixá!
Acesse ftu.eadbox.com e aproveite o desconto de 50% nos cursos durante o mês de setembro.
Para mais informações, entre em contato pelo e-mail extensaoead@ftu.edu.br
http://ftu.eadbox.com/
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Publicação nova!
Aranauan, Saravá, Axé,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Tradição e Ética
O vídeo postado no Blog Espiritualidade e Ciência de hoje é paradigmático. 13 minutos de transparência e ética sacerdotal. Sinceramente, minhas palavras não são suficientes para externar a importância do vídeo, mas gostaria de tocar dois pontos de interesse para a coletividade.
O primeiro é sobre a própria Tradição. O importante filósofo alemão Jürgen Habermas lembra que a melhor maneira de uma língua morrer na história é mantê-la intacta. Ou seja, tentar frear as mudanças naturais que a cultura e a sociedade impõem no espaço-tempo. A língua transmite as ideias de uma comunidade.
O mesmo acontece com a tradição religiosa. O culto, o rito, os fundamentos espirituais são meios de o Astral Superior transmitir seus ensinamentos para todos nós. Natural, que este processo se renove com o passar do tempo sem perder o fio condutor. A essência (o núcleo duro) continua intacta e o Mestre-Raiz acobertado e chancelado pelos seus Ancestrais desenvolve maneiras adequadas de transmiti-la.
Sendo assim, natural que Pai Rivas ao assumir a Raiz de Guiné jamais externaria práticas fundamentalistas ou ortodoxas. E, certamente, o Vô Matta, bem como Pai Guiné, sabiam disso ao passar o comando vibratório da Raiz para seu Discípulo. Contudo, gostaria de testemunhar algo hodierno.
Como discípulo direto de Pai Rivas, afirmo que ao me mostrar a diversidade das Religiões Afro-brasileiras de forma teórica e prática, vivenciada, ritualizada e introjetada, "Umbanda de Todos Nós" e "Macumbas e Candomblés na Umbanda" não ficam paradas na minha estante de livros. Esses fundamentos, renovados, tornaram-se norteadores do meu estilo de vida. Devo isso ao meu Pai Espiritual. Axé Babá Mi!
Por falar em estilo de vida, tocamos novamente a questão da ética. Pai Rivas, em outro momento do vídeo, esclarece a maneira de tratar aqueles discípulos de outros mestres, irmãos de Raiz, que O procuram. Eu mesmo vi in loco o que foi relatado no vídeo. O Mestre sempre recebe a todos. Ouve pacientemente o que querem dizer. Se, por qualquer motivo, começam a falar mal do seu antigo pai ou mãe de santo, ao mesmo tempo em que – invariavelmente – tentam bajular (cego, guia de cegos... Acham mesmo que podem convencer o Mestre pela tola vaidade tsc tsc tsc), Pai Rivas orienta a voltar ao seu mestre e resolver suas questões com ele. Afinal, o "discípulo" (será mesmo que ainda é?!) deu sua cabeça para seu pai de santo e agora quer ser mais do que ele procurando outro mestre?
Tal postura do Pai Rivas é reflexo do exemplo do Vô Matta. A Raiz é uma só. E por mais que mudanças no método existam, a essência ética sempre foi, é e será a mesma. Isso é uma Linhagem. Natural que os outros irmãos de Pai Rivas, Iniciados pelo mesmo Mestre atuem no mesmo sentido. Somos uma única família de santo. Não poderia ser diferente. Agora, se esqueceram do seu Mestre e seus ensinamentos... Aí, meu caro, é outra história...
ps: vídeo em http://sacerdotemedico.blogspot.com.br/2013/08/religioes-afro-brasileiras-ha-mestres-e.html
Vídeo novo no Blog!
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Família de Santo e Raiz
Axé!
A última publicação de Pai Rivas "EXCERTOS DA RAIZ DE GUINÉ NA VISÃO DO MESTRE-RAIZ MEMENTOS – PARTE II", disponível em: http://t.co/MiYN1CpoHX, fez retomar um conceito muito importante para nós que somos das tradições afro-brasileiras: família de santo.
Sim, a ideia de família está para muito além da nomenclatura que usamos no dia-a-dia do terreiro. Somos filhos, pais, mães, irmãos, enfim, possuímos uma pertença que está na estrutura do ser: somos FILHOS de Orixá. Uma Raiz, uma Tradição Viva expressa em plenitude esse estilo de vida em família.
Assim como possuímos a família consanguínea como base da sociedade hodierna, a família que sustém o terreiro é estruturadora e estruturante da sociedade de santo. Aliás, uma Raiz só perdura no tempo e espaço se der continuidade à comunidade, à família espiritual. Lembramos que entrar na senda Iniciática, participar da família de santo ocorre em um momento muito especial: quando "damos a nossa cabeça" para o Mestre, significando fazer um novo destino.
Meu avô de santo fez isso com lucidez espiritual ímpar. Fundou uma Raiz, iniciou filhos em vários níveis que cada um conseguiu alcançar, chegando – até mesmo – alçar alguns de seus discípulos à Mestre de Iniciação do 1º ou 2º Ciclo. Contudo, apenas um tornou-se Mestre de Iniciação do 3º Ciclo. Pelas mãos de Mestre Yapacani e Mestre Yoshanan (Pai Guiné), Mestre Arhapiagha tornou-se, na condição de Iniciado neste último ciclo, sucessor da Raiz.
Ou seja, Mestre Yapacani formou uma Raiz e deu condições para que Ela continuasse com seu FILHO e – agora – sucessor de fato e de direito. Novamente, a sabedoria espiritual fez valer e em plena vida, diante de todos nós, a Raiz se ressignifica, expandindo a proposta inicialmente conhecida como "Umbanda de Todos Nós" e "Macumbas e Candomblés na Umbanda", respectivamente primeira e última obra de nosso avô espiritual. Isso foi expandido não só no terreiro, mas em outros setores dentro e fora do país. Destacamos a Educação, com a fundação da Faculdade de Teologia Umbandista devidamente autorizada, recredenciada e reconhecida pelo MEC.
Durante todo esse período, nunca foi visto ou lido qualquer crítica à sucessão da Raiz por parte dos Iniciados de Mestre Yapacani. Também pudera, somos uma grande família de santo e se o sucessor foi feito diretamente pelo mesmo Pai, qual questionamento seria feito? Questionar as determinações do Pai de Santo é questionar o próprio Pai de Santo. Mas se o mesmo foi Iniciado por este Sacerdote, claro está que ir contra ao determinado é ir contra a si mesmo.
Muito menos algum irmão de Santo do meu Mestre acobertar traições de qualquer estirpe. Julgamos necessário citar as palavras de Pai Rivas: "Não iria o hipotético "Mestre" tomar para si a responsabilidade de acobertar erros e traições ao seu par de Raiz, principalmente sendo ele, o atual Mestre-Raiz de nossa "Escola-Iniciática". E por que não? Porque estaria em rota de colisão com a Ética Mestral cantada em prosa e verso por Pai Matta e Pai Guiné, e por terem sido eles que me escolheram para ser o sucessor da Raiz".
Retomando o raciocínio inicial. Uma família consanguínea unida possui várias questões. A convivência é algo que ensina muito. Lidamos com vários problemas, ora de um, ora de todos. Apoiamo-nos, rimos e celebramos juntos. Por maior que seja o problema, não vamos contra o nosso familiar, seja ele quem for. Na família de santo, o elo é muito mais profundo, por ser de ordem Espiritual. O Orixá, o Caboclo, o Pai-Velho, a Criança, enfim, a valência da Raiz é o que nos une. Um irmão de santo jamais irá contra ao que o Pai de Santo dele determinou com aval dos Guias. E deixa a Gira girar!
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
MOMENTO HISTÓRICO: Recredenciamento da FTU!
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
A história contada por quem viveu e ajudou a construí-la
Aranauan, Saravá, Axé,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Fwd: CONVITE - lançamento de livros
Aranauan, Saravá, Axé,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)
De: <lassuncao@ufrnet.br>
Data: 15 de agosto de 2013 10:25
Assunto: CONVITE - lançamento de livros
Para: hharaujo@cchla.ufrn.br, henriquefontes75@yahoo.com, clonews@digi.com.br, marciovalenca@ufrnet.br, seldavale@internext.com.br, rprandi@usp.br, brbrito@uol.com.br, ricgomeslima@terra.com.br, liomar_costa@hotmail.com, vagnergo@usp.br, cristina-aragao@hotmail.com, asadriana@gmail.com, maria.eliserivas@gmail.com, yabauara@gmail.com, joaocarneiro@ftu.edu.br, yuritr@gmail.com, eliane.odwyer@yahoo.com.br, jorgedc@terra.com.br, rafaelamramos@bol.com.br, ilzamsousa@yahoo.com.br, cassiano.terra@gmail.com, claudia@pratikaep.com.br, ana.psocial@gmail.com, marianavasconcelos@globo.com, margaridahistoria@yahoo.com.br, heldermacedox@gmail.com, fabio.dsantos@sedh.gov.br, flavioflorania@hotmail.com, sarenata2005@yahoo.com.br, marie.medeiros@gmail.com, trcconcone@yahoo.com.br, almeida.angela2@uol.com.br, ls.albernaz@uol.com.br, cavalcanti.laura@gmail.com, hipsilvia@incor.usp.br, benjaminroberto@hotmail.com, mayra.montenegro@hotmail.com, musimid@gmail.com, lucrecio.sa@gmail.com, carlosnogueira1@sapo.pt, veroniquesemik@gmail.com, fredericofernandes3@gmail.com, edilenediasmatos@gmail.com, claurenia@gmail.com, hudsonc.moura@gmail.com, linduarte.roidrigues@bol.com.br, vilsonjr@uol.com.br
Prezad@s amig@s:,
encaminho em anexo convite referente ao lançamento dos livros "Um Barco" e
"Da minha folha", sob minha organização, que acontece no
próximo dia 20 de agosto (terça-feira), as 18 horas, na Livraria do Campus
(Cooperativa Cultural).
Abraço,
Luiz Assunção - UFRN
www.lassuncao.blogspot.com
A história de uma Raiz...
SERIA BOM SE O TEMPO PERDIDO FOSSE ENCONTRADO...
domingo, 11 de agosto de 2013
Escolhas do Destino?
Aranauan, Saravá, Axé!
Aproveitei esse final de semana para rever os familiares, tomar contato com a natureza em minha terra natal, principalmente a praia. Alguns quilômetros de distância, certamente estaria meu Pai Espiritual no litoral paulista, mais especificamente em Seu templo, o Ilê Funfun Awô Oshogun.
Agora mesmo refletindo sobre os bons ares materiais e espirituais que sorvi, fiquei com uma questão. O que motivou Pai Rivas sair de São Paulo para Itanhaém? Claro, os aspectos naturais são evidentes. O contato com o sítio sagrado é fundamental. Contudo, percebam a obra construída e plenamente em vigor na cidade de São Paulo: os templos com décadas de casa aberta, a FTU – primeira e única faculdade de teologia afro-brasileira credenciada, autorizada e reconhecida pelo Ministério da Educação... Ainda assim, prefere – sem descontinuar o trabalho de São Paulo – construir uma casa de fundamentos em plena Itanhaém.
Ao mesmo tempo, recordo o que fez meu avô de santé W. W. da Matta e Silva (Mestre Yapacani). Sua casa aberta na Pavuna (cidade do Rio de Janeiro) possuía mais de uma centena de médiuns, era localizada em excelente lugar na capital carioca. Mesmo assim, optou por abrir sua casa de fundamentos em Itacurussá, interior do estado.
Os itanifás nos ensinam que a Iniciação é cíclica. Os ritos da vida carnada de Mestres que conduzem uma Raiz se assemelham, mantidas as diferenças contingencias da história. Percebam também que ambos estavam em centros urbanos importantes do país. Mas essas mudanças seriam apenas marcas indeléveis do destino? O que mais motivaria tais Babalawôs em realizar tais escolhas? ...
Mais do que responder, coloco como reflexão para todos nós que nos interessamos pela iniciação das Tradições Afro-brasileiras. E deixa a Gira girar!
Umbanda é Africana?
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Religiões afro-brasileiras - Harmonia e equilíbrio no Terreiro
Aranauan, Saravá, Axé,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Publicação paradigmática no Blog de Pai Rivas!
A TRADIÇÃO DE IFÁ: DE ITACURUSSA A ITANHAÉM
domingo, 4 de agosto de 2013
Considerações sobre a falsa democracia: querem impor o código da Umbanda!
Antes de mais nada, é bom registrar que o povo de santo está vacinado. Afinal, o referido evento contou com somente 7 casas, sendo uma delas do meu irmão. Todas as casas presentes merecem o mais amplo respeito, mas, em se tratando de definir um código para a Umbanda, o quórum não representa sequer Curitiba que tem muito evidentemente muito mais terreiros. Imaginem esse pequeno grupo representar o estado do Paraná!?!? O Brasil então... É sério que este projeto de codificação acredita ser possível algum avanço sem nenhum envolvimento de, pelo menos, a maioria das lideranças locais? (sic)
Infelizmente, nosso texto não para aqui. Devo deixar registrado que lamento profundamente a atitude do pai de santo que retirou da mão do Pai Thomé o microfone enquanto apresentava suas ideias contrárias à codificação, mas sempre respeitosas ao contraditório. Isso está em vídeo, então temos segurança em afirmar tal fato. Se o dirigente de uma federação não consegue exercer sua função com respeito aos de opinião contrária num fórum pequeno, o que dizer do projeto que envolve TODAS as casas de Umbanda do país?!?!
Tantos avanços na Umbanda. Tantas questões que ainda precisamos avançar... E ainda precisamos perder tempo discutindo codificação!
Aranauan, Saravá, Axé,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)
Fwd: [apometria_umbanda] ADENDO
Divulgando em nome da dignidade umbandista!
Aranauan, Saravá, Axé,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)
De: Thomé Sabbag Neto <tsabbagneto@yahoo.com.br>
Data: 4 de agosto de 2013 21:38
Assunto: [apometria_umbanda] ADENDO
Para: "apometria_umbanda@yahoogrupos.com.br" <apometria_umbanda@yahoogrupos.com.br>
Complementando o último email quero esclarecer como fiquei sabendo do Seminário realizado hoje. Duas filhas espirituais minhas, realizando pesquisa acadêmica, foram ao Terreiro conduzido por um dos apoiadores do Movimento Pró-Carta Magna (Terreiro esse, aliás, do qual participa o Diretor-Presidente da FUEP), a fim de entrevistar o Sacerdote dirigente a respeito do tema Diversidade na Umbanda.
Na ocasião, o referido Pai-de-Santo disse, na frente de seus filhos espirituais, que "A DIVERSIDADE SOFRERIA UM DURO GOLPE EM 2014", fazendo alusão expressa ao Congresso no qual pretendem aprovar e promulgar a tal Carta Magna.
Portanto, tive o honroso privilégio de conhecer as verdadeiras intenções deste Movimento sem os adornos hipócritas da falsa democracia.
por Pai Rivas
Fwd: [apometria_umbanda] CODIFICAÇÃO DISSIMULADA: A TAL "CARTA MAGNA DE UMBANDA"
Divulgando em nome da dignidade umbandista!
Aranauan, Saravá, Axé,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)
De: Thomé Sabbag Neto <tsabbagneto@yahoo.com.br>
Data: 4 de agosto de 2013 21:36
Assunto: [apometria_umbanda] CODIFICAÇÃO DISSIMULADA: A TAL "CARTA MAGNA DE UMBANDA"
Para: "apometria_umbanda@yahoogrupos.com.br" <apometria_umbanda@yahoogrupos.com.br>
por Pai Rivas
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
A trilogia do Blog Espiritualidade e Ciência
Religiões Afro-brasileiras:
O Babalawô Yapacany apresenta conceitos fundamentais sobre o Ifá e suas concretizações, caso da Lei de Pemba. Apresenta um método oracular legítimo e que está conectado com o que existe de mais primevo na Tradição, refiro-me à escrita privativa dos Babalawôs.
Umbanda Esotérica:
Aos "seguidores" da Umbanda Esotérica, que leram tanto os livros do Vô Matta e quase nada entenderam, tiveram a oportunidade ímpar de ler a transcrição feita pelo Pai Rivas de Macumbas e Candomblés na Umbanda,
Na ocasião, nosso avô espiritual afirma categoricamente que o Ifá vem da África. Tão simples como foi exposto. Sendo assim, por que o preconceito com as práticas religiosas africanas???
Mais do que isso, W. W. da Matta e Silva funda uma escola de Iniciação em Ifá no método mais antigo e original que se tem registro. A citação de Nina Rodrigues é clara. O povo jeje possuía, de fato, sacerdotes de Fá que utilizavam uma escrita arcaica no jogo oracular.
Também vale registrar que Vô Matta reconhecia dois babalawos. Sendo, Ele, naturalmente um. O outro estava em sua Escola. Um Babalawô vai passar sua Raiz para um Babalorixá, Babalossaim, Babalojé ou Babalawô???? A resposta é fácil e os desdobramentos evidentes...
Simples assim!
E deixa a gira Girar!
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Fwd: [contato-ftu] A diversidade é natural, afinal os Orixás são diferentes entre si...
De: <miranda@prolink.com.br>
Data: 31 de julho de 2013 18:28
Assunto: RE: [contato-ftu] A diversidade é natural, afinal os Orixás são diferentes entre si...
Para: apometria_umbanda <apometria_umbanda@yahoogrupos.com.br>, sacerdotes-ftu@googlegroups.com
Cc: CLAUDIO DA FBC <jclaudioandrade@fbc.com.br>
Prezados irmãos
Umbanda é essencialmente a revelação trazida pela espiritualidade.
Os espíritos estão sempre no processo da evolução espiritual.
Codificação é sinal de limitação, de imposição.
A verdade vai sendo revelada pouco a pouco, lentamente.
Logo, jamais teremos codificação na Sagrada Lei de Umbanda.
fraternalmente
pedro miranda
---- Original Message ----
From: yabauara@gmail.com
Reply-To: sacerdotes-ftu@googlegroups.com
To: "apometria_umbanda" (apometria_umbanda@yahoogrupos.com.br)
Date: Tue, 30 Jul 2013 14:25:44 -0300
Subject: [contato-ftu] A diversidade é natural, afinal os Orixás são diferentes entre si...
--Axé!
Gosto muito de conversar com irmãos de outras casas religiosas e um tema, volta e meia, surge: codificação da umbanda. Estamos escrevendo muito sobre religiões afro-brasileiras, mas vamos nos voltar agora especificamente para o caso da umbanda.
Ao contrário de outros setores, alguns setores umbandistas (especificamente na região sul e sudeste do país) pleitearam uma codificação da religião ainda no século XX. Esse projeto faliu e quem diz isso é a história. Fica claro destacar dois motivos básicos.
Primeiro porque a diversidade umbandista é tão natural como a diversidade de um sítio sagrado. Por exemplo, a mata possui várias ervas, pássaros, cores, cheiros e sabores e nem por isso deixamos de entender a mata como uma unidade. É uma unidade que se expressa na diversidade. Não existem melhores ou piores nas várias escolas de umbanda, apenas caminhos diferentes que apontam para a mesma Espiritualidade.
O outro é de aspecto mais psicológico mesmo. O narcisista precisa que as coisas não sejam exatamente iguais para se colocar como melhor do que os demais. Ou seja, prega a codificação como uma tentativa de igualar tudo da "boca para fora", mas no fundo pensa que é privilegiado, superior aos demais. Afinal, ele (narcista) que criou o código. O problema é tanto grave, que acredita saber o que é melhor para todo mundo e impõe essa verdade por meio de códigos e cartilhas.
Contudo, este assunto não vem sendo debatido a pouco tempo. Pelo contrário, desde que entrei nas listas de discussão no início do século XXI, sempre esteve presente. Para não ir muito longe, retomo as recentes discussões sobre Filosofia das massas que nosso Mestre, Pai Rivas tem apresentado no Blog Espiritualidade e Ciência (http://sacerdotemedico.blogspot.com.br/).
A codificação na Umbanda exige a homogeneização e hegemonização. Ou seja, uma ideia, um conjunto de práticas religiosas únicas estabelecidas em código (homogeneizado) e alguém ou algum setor que defina para todos a sua regra, portanto colocando-se naturalmente como melhor que os demais (hegemonização). Essas duas chaves são essenciais para a alienação da sociedade. Transformando povo em massa, no nosso caso, povo de santo em massa de santo.
Mas queria entrar aqui no mérito prático disso. Imaginemos que algum grupo, por maior ou mais importante que seja, defina o código da Umbanda. No dia seguinte afixamos nos terreiros a regra e os pais e mães de santo serão obrigados a mudar a sua tradição? Foram ensinados, iniciados em uma forma de se ligar com o Orixá e por causa da vontade de um ou outro umbandista, mudará a sua forma de culto?!?!?!? E o Caboclo, o Exu, o Boiadeiro que baixava na gira de um jeito. Agora não vai poder mais? Então, antes, Ele (Ancestral, Guia-chefe, Mentor) fazia errado e agora vai fazer certo?!?!?
Outro caso clássico. Se normatizam que um terreiro tem atabaque, o que fazer com os terreiros que não usam? E, o contrário, se o código exige tirar o tambor. Quem tem, para de um dia para o outro?
Dei alguns exemplos, mas poderia dar muitos outros. De qualquer forma, precisamos estar atentos aos motivos reais dessa mobilização. Se estivermos felizes em nossos terreiros, por que mudar? Se estivermos insatisfeitos, podemos sair dele e procurar outro que esteja afim ao que quero acreditar e praticar. Por que impor um código e acabar com a diversidade umbandista, esta mesma diversidade que veio de cima para baixo.
Sim, veio do Astral para o terreiro. Afinal, Oxóssi não é Ogum, Oxalá não é Xangô, ou seja, são diferentes (diversidade). Mesmo assim, todos vivem em harmonia no Orun (unidade). Vamos nos espelhar em nossos Pais Espirituais? Axé!
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Para cancelar a inscrição neste grupo e parar de receber seus e-mails, envie um e-mail para sacerdotes-ftu+unsubscribe@googlegroups.com.
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terça-feira, 30 de julho de 2013
A diversidade é natural, afinal os Orixás são diferentes entre si...
Axé!
Gosto muito de conversar com irmãos de outras casas religiosas e um tema, volta e meia, surge: codificação da umbanda. Estamos escrevendo muito sobre religiões afro-brasileiras, mas vamos nos voltar agora especificamente para o caso da umbanda.
Ao contrário de outros setores, alguns setores umbandistas (especificamente na região sul e sudeste do país) pleitearam uma codificação da religião ainda no século XX. Esse projeto faliu e quem diz isso é a história. Fica claro destacar dois motivos básicos.
Primeiro porque a diversidade umbandista é tão natural como a diversidade de um sítio sagrado. Por exemplo, a mata possui várias ervas, pássaros, cores, cheiros e sabores e nem por isso deixamos de entender a mata como uma unidade. É uma unidade que se expressa na diversidade. Não existem melhores ou piores nas várias escolas de umbanda, apenas caminhos diferentes que apontam para a mesma Espiritualidade.
O outro é de aspecto mais psicológico mesmo. O narcisista precisa que as coisas não sejam exatamente iguais para se colocar como melhor do que os demais. Ou seja, prega a codificação como uma tentativa de igualar tudo da "boca para fora", mas no fundo pensa que é privilegiado, superior aos demais. Afinal, ele (narcista) que criou o código. O problema é tanto grave, que acredita saber o que é melhor para todo mundo e impõe essa verdade por meio de códigos e cartilhas.
Contudo, este assunto não vem sendo debatido a pouco tempo. Pelo contrário, desde que entrei nas listas de discussão no início do século XXI, sempre esteve presente. Para não ir muito longe, retomo as recentes discussões sobre Filosofia das massas que nosso Mestre, Pai Rivas tem apresentado no Blog Espiritualidade e Ciência (http://sacerdotemedico.blogspot.com.br/).
A codificação na Umbanda exige a homogeneização e hegemonização. Ou seja, uma ideia, um conjunto de práticas religiosas únicas estabelecidas em código (homogeneizado) e alguém ou algum setor que defina para todos a sua regra, portanto colocando-se naturalmente como melhor que os demais (hegemonização). Essas duas chaves são essenciais para a alienação da sociedade. Transformando povo em massa, no nosso caso, povo de santo em massa de santo.
Mas queria entrar aqui no mérito prático disso. Imaginemos que algum grupo, por maior ou mais importante que seja, defina o código da Umbanda. No dia seguinte afixamos nos terreiros a regra e os pais e mães de santo serão obrigados a mudar a sua tradição? Foram ensinados, iniciados em uma forma de se ligar com o Orixá e por causa da vontade de um ou outro umbandista, mudará a sua forma de culto?!?!?!? E o Caboclo, o Exu, o Boiadeiro que baixava na gira de um jeito. Agora não vai poder mais? Então, antes, "Ele" (Ancestral, Guia-chefe, Mentor) fazia errado e agora vai fazer certo?!?!?
Outro caso clássico. Se normatizam que um terreiro tem atabaque, o que fazer com os terreiros que não usam? E, o contrário, se o código exige tirar o tambor. Quem tem, para de um dia para o outro?
Dei alguns exemplos, mas poderia dar muitos outros. De qualquer forma, precisamos estar atentos aos motivos reais dessa mobilização. Se estivermos felizes em nossos terreiros, por que mudar? Se estivermos insatisfeitos, podemos sair dele e procurar outro que esteja afim ao que quero acreditar e praticar. Por que impor um código e acabar com a diversidade umbandista, esta mesma diversidade que veio de cima para baixo.
Sim, veio do Astral para o terreiro. Afinal, Oxóssi não é Ogum, Oxalá não é Xangô, ou seja, são diferentes (diversidade). Mesmo assim, todos vivem em harmonia no Orun (unidade). Vamos nos espelhar em nossos Pais Espirituais? Axé!
segunda-feira, 29 de julho de 2013
A ORIGEM PRIMEVA DO OPONIFÁ É REVELADA PELO BABALAWÔ YAPACANY
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Como W. W. da Matta e Silva preconizou o Oráculo de Ifá no Brasil?
Aranauan, Saravá, Axé,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Qual a opinião da teologia afro-brasileira sobre ciência cognitiva?
Qual a opinião da teologia afro-brasileira sobre ciência cognitiva?
quinta-feira, 18 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Cursos no Rio
Quanto aos dois assuntos, gostaríamos de esclarecer que, em primeiro lugar, todos os cursos oferecidos de forma telepresencial são da Faculdade de Teologia Umbandista e não de uma casa de santo específica. Sendo assim, são cursos de caráter universitário. Mais especificamente de extensão universitária. Estes cursos tem um perfil teológico e aberto a todas as pessoas interessadas.
Atualmente, no Rio de Janeiro, temos apenas um pólo em funcionamento. Trata-se da Cabana de Pai Miguel das Almas conduzida pelo Pai Luizinho de Ogum. Em seu templo, aos sábados, está sendo ministrado o curso de extensão universitária sobre ervas.
Lembramos que outros sacerdotes já realizaram os nossos cursos. Não poderíamos deixar de citar o Comandante Marcos (Templo de Oxóssi), Pai Delmo Ferreira (CEUXCO) e Pai Luis Fernando (TEO).
Quanto ao Ilê Funfun Awô Oshogun, Pai Rivas nunca forneceu cursos ligados à doutrina ritual, mediunidade e muito menos sacerdócio. Nossa Babá entende que pai , mãe, filho, filha de santo se formam exclusivamente dentro do terreiro e apenas nele. Pai Rivas transmite sua tradição aos seus filhos espirituais por meio da Iniciação inerente à sua Tradição, não por cursos. Nunca fez cursos com estas características e muito menos em formatos telepresencias ou à distância. Isso por agir sempre em nome da ética sacerdotal, respeitando todos os sacerdotes e sacerdotisas das Religiões Afro-brasileiras.
