terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O trabalho verdadeiro não cansa!

Aranauan, Saravá meus irmãos planetários,

Após Pai Rivas divulgar aquele material histórico e inédito no twitter (
http://twitter.com/rivasneto), fiquei pensando como mesmo estando em período de férias o trabalho não pára. Aliás, já conversei com Pai Rivas sobre este fato e – na ocasião – o argumento apresentado nos tocou a alma.

Pai Rivas está preocupado em falar a verdade e isto nunca cansa. Pelo contrário, só trás felicidade. O cansaço pode vir para quem dissemina a mentira, afinal precisa planejar, pensar e repensar muito para não entrar em contradição. O que invariavelmente acontece. Ainda segundo Pai Rivas, existem três coisas que realizam a Sua vida: a Família física e espiritual, as Religiões Afro-brasileiras e a Medicina.

Bem, considerando estas premissas espiritualizantes, retomemos ao documento histórico. Fico feliz em acessar este conteúdo que está sob a posse de Pai Rivas, Grão-Mestre da Umbanda Esotérica. Escola de Umbanda que tomou contato com seu Mestre, Pai Matta e Silva e que recebeu a incumbência do próprio junto com Pai Guiné para conduzir a raiz nos dias atuais. Além de praticá-la incansavelmente, também realiza ritos de outras Escolas como o Candomblé de Caboclo, Toque de Jurema, Xirê harmonioso da nação, Pajelança, Toré, Xambá. Sendo óbvio, porém importante ratificar, que fora iniciado também nestes cultos por ilustres sacerdotes.

Historicamente é importante lembrar que entre as décadas de 70 e 80 Pai Rivas praticou basicamente a Umbanda Esotérica para demonstrar sua finalidade para os outros cultos e vice-versa. A partir de então promoveu uma abertura gradativa de diálogo com todas as Escolas, ou seja, diálogo como terapia.
Esta realização é fruto de uma iniciação verdadeira, transmitida de sacerdote para sacerdote e que se perde na noite dos tempos. Por meio da iniciação a tradição permanece viva e produz frutos verdadeiros para todos. Por meio do sacerdócio conquistado no terreiro.

Interessante que muitas pessoas são contrárias à faculdade ou aos livros, porque os médiuns não precisam disto. Concordamos se considerarmos exclusivamente o exercício da mediunidade. A questão é que estes que afirmam isto trabalham com "entidades" que consideram a sua Umbanda melhor do que as outras. Como podem estas "entidades" não afirmarem a diversidade da Umbanda? Já sentenciam que aquela Umbanda é melhor do que as outras...

Aranauan, Saravá Fraternal,
Yabauara (João Luiz Carneiro)
Discípulo de Mestre Arhapiagha (Pai Rivas)

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